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HISTÓRIA DO SEXO |
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Fazer sexo todo animal faz. Mas entender bem o
sexo é algo bem difícil. Os gregos antigos acreditavam que o
pênis ereto ficava cheio de ar. E essa crença perdurou até o
século XV da nossa era, quando o gênio "Leonardo da Vinci
descobriu que é o sangue que faz o pênis ficar ereto, e não o
ar, como acreditavam os gregos antigos". De lá para cá muito se
estudou e muito se fez pelo sexo.
Como era o sexo na Pré-História?
por Marina Motomura e
Gabriel Silveira
Os homens da Pré-História já
distinguiam sexo de reprodução, usavam
cosméticos naturais para incrementar a
paquera, faziam sexo em posições bem
diferentes do papai-e-mamãe e usavam até
mesmo métodos anticoncepcionais. Pelo menos
é isso que indicam os estudos feitos por
arqueólogos baseados em objetos como
estátuas e pinturas rupestres. Só não dá
para ter certeza porque a Pré-História é
caracterizada justamente pela inexistência
de documentos escritos. “Chegar à verdade
acerca da Pré-História é quase impossível. A
arte pré-histórica, grande parte da qual tem
conteúdo sexual explícito, obviamente revela
coisas sobre as quais as pessoas pensavam,
mas não pode refletir por completo o que
realmente faziam”, afirma o arqueólogo
Timothy Taylor no livro A Pré-História do
Sexo. Veja nestas páginas o que os
cientistas descobriram sobre os hábitos
sexuais que faziam a cabeça da humanidade
que habitou o planeta entre 2 milhões a.C. e
4000 a.C. :
É PAU, É PEDRA...
Na Idade da Pedra, métodos
anticoncepcionais e masturbação já faziam
parte da rotina sexual.
POSIÇÕES
Nada de papai-e-mamãe na Pré-História. Uma
imagem encontrada em Ur, na Mesopotâmia,
datada de 3200 a.C., mostra a mulher por
cima, posição também encontrada em obras de
arte da Grécia, do Peru, da China, da Índia
e do Japão. Uma outra imagem pré-histórica
mostra a mulher sentada com as pernas
levantadas para facilitar a penetração do
homem. A relação com penetração por trás
também aparece com frequência, assim como
imagens de sexo oral.
CASAMENTO
No Paleolítico, a Idade da Pedra Lascada, os
machos dominantes se casavam com várias
mulheres, seguindo o comportamento de
animais polígamos, como bisão e veado. Já no
Neolítico, a Idade da Pedra Polida, a
monogamia passa a ser predominante. Nessa
época, os homens passaram a domesticar
animais. Observando o estilo de vida dos
bichos e o papel do macho na procriação, os
homens passaram à monogamia.
MASTURBAÇÃO
Não faltam exemplos da prática do sexo
solitário na Pré-História: há de estátuas a
bastões fálicos talhados em madeira ou em
pedra. Uma das estátuas, de Malta, mostra
uma mulher se masturbando de pernas abertas
por volta de 4000 a.C. Outra retrata um
homem sentado descabelando o palhaço em 5000
a.C.
CIÊNCIA
Os homens usam plantas medicinais há pelo
menos 40 mil anos. Não há provas diretas,
mas arqueólogos desconfiam que plantas do
gênero Aneilema eram usadas para evitar a
gravidez, enquanto a borragem provavelmente
já era usada para amenizar os sintomas da
tensão pré-menstrual nas mulheres e como
afrodisíaco para os homens.
HOMOSSEXUALIDADE
Pesquisadores apontam que a atividade
homossexual masculina e feminina é comum em
mais de 200 espécies de mamíferos, aves,
répteis, anfíbios, peixes e insetos, o que
poderia indicar que também era praticada
pelos homens pré-históricos. Entre os
grandes macacos, como chimpanzés e gorilas,
também rola sexo entre animais do mesmo
gênero.
SEXO SELVAGEM
A relação do homem pré-histórico com os
animais era bem próxima – até demais! Há uma
pintura rupestre de cerca de 3000 a.C., em
Val Camonica, na Itália, que mostra um homem
copulando com um asno! Já na Sibéria
aparecem imagens de homens copulando com
alces – em uma das pinturas, o homem está
usando esquis nos pés enquanto transa com o
bicho.
MULHER MELANCIA ANCESTRAL
Os homens faziam estátuas eróticas que podem
ser consideradas ancestrais da pornografia.
A mais famosa é conhecida como Vênus de
Willendorf: uma mulher de nádegas e peitos
grandes com traços de corante vermelho,
encontrada em uma região com traços de
ocupação de até 40 mil anos atrás. Naquela
época, a Europa vivia a Era Glacial, e as
mulheres gordinhas teriam maior potencial de
resistência, e por isso podem ter sido as
gostosas da vez.
PAQUERA
Na hora da paquera, o homem pré-histórico já
tinha à disposição cosméticos feitos de
plantas, como a hena, usada nos cabelos.
Sabe-se que extratos de beladona eram usados
para dilatar as pupilas e, assim, chamar
mais a atenção. Havia ainda pigmentos
avermelhados, que destacavam partes da pele,
e joias feitas de pedras, madeira ou dentes
de animais.
CORPO A CORPO
Quando o homem virou bípede, o corpo passou
a ter novos focos de atração sexual. Os
peitos das mulheres, únicas fêmeas entre os
primatas que têm seios permanentemente
grandes, passaram a ser tão atrativos quanto
a bunda. Assim, o ser humano passou a ser
um dos poucos animais que fazem sexo cara a
cara, enquanto outros bichos praticam o
coito por trás.
Como era o
sexo na Antiguidade?
por Marina
Motomura
Na
Antiguidade, a
prostituição era
regulamentada, o
divórcio começou a
existir e havia até
deuses do sexo! Os
documentos da Idade
Antiga, que vai de 4000
a.C. ao século 5 d.C. de
acordo com a datação
convencional, mostram
curiosidades sobre a
vida sexual de povos
como gregos, romanos e
egípcios. Os romanos,
por exemplo, prezavam
tanto o sexo que havia
uma lei para
desincentivar o
celibato: a solteirice e
a falta de filhos eram
punidos, e as pessoas
cheias de herdeiros
tinham privilégios. Foi
também na Idade Antiga
que os conhecimentos
científicos sobre o
rala-e-rola começaram a
se aprimorar com
Hipócrates, considerado
o pai da medicina. Os
romanos também estudavam
o corpo humano e já
conheciam algumas
doenças venéreas, como a
gonorreia, termo cunhado
por Galeno no século 2.
Mesmo assim, algumas
crendices sexuais
bizarras permaneciam. Na
Grécia, por exemplo,
acreditava-se que o
contato com uma mulher
menstruada faria o vinho
novo ficar azedo e faria
as árvores não dar mais
frutos. :-()
À MODA ANTIGA
Prostituição e
homossexualidade eram
comuns, mas havia leis
severas para punir
abusos
CASAMENTO
Os gregos e romanos eram
monogâmicos – no império
de Diocleciano, em Roma,
a bigamia foi declarada
ofensa civil. Mas os
grecoromanos descobriram
que o amor não é eterno:
foi nessa época que
surgiu o divórcio. Na
Roma arcaica, as
mulheres adúlteras
podiam ser condenadas à
morte – isso só mudou
após uma lei do
imperador Augusto, que
trocou a pena para o
exílio.
POSIÇÕES
Em Roma, as posições
sexuais apareciam em
pinturas, mosaicos e
objetos de uso
cotidiano, como
lamparinas, taças e até
moedas. Em uma face,
ficava a posição sexual,
e, na outra, um número.
Para alguns
historiadores, as moedas
eram fichas de bordel, e
as posições com
penetração tinham
números maiores,
indicando que poderiam
ser mais valorizadas.
MASTURBAÇÃO
Nada de condenar o sexo
solitário: na Grécia e
na Roma antigas, a
masturbação era vista
como natural. No Egito,
a masturbação era até
parte do mito da
criação. Um dos ditos
piramidais afirma que
Aton, o deus do Sol,
teria criado o deus Shu
e a deusa Tefnut através
do sêmen de sua
masturbação!
HOMOSSEXUALIDADE
Casais de homem com
homem e mulher com
mulher eram comuns na
Grécia. Havia até mitos
para explicar a origem
da pederastia, a relação
entre homens maduros e
jovens: o primeiro dizia
que Orfeu, um dos seres
da mitologia grega,
acabou se apaixonando
por adolescentes depois
que sua mulher,
Eurídice, morreu. Outra
lenda afirma que a
pederastia começou com o
músico Tamíris, que foi
seduzido pelo belo
Jacinto.
CIÊNCIA
O grego Hipócrates,
pioneiro da medicina,
achava que o útero
poderia deslocar-se pelo
corpo da mulher em busca
de umidade e poderia
chegar até o fígado! Mas
ele também deu bolas
dentro: calculou a
duração da gravidez em
10 meses lunares (cerca
de 290 dias do nosso
calendário), tempo
parecido com os 9 meses
atuais, e prescreveu
semente de cenoura como
anticoncepcional e
abortivo.
PAQUERA
Os galanteios dos
romanos seguiam um
manual: o livro A Arte
de Amar, do poeta
Ovídio, escrito entre 1
a.C. e 1 d.C. Entre as
dicas dadas pelo
escritor, estava o uso
do goró: "O vinho
prepara os corações e os
torna aptos aos ardores
amorosos". Ovídio também
incentivava a galera a
melhorar o visu:
“Esconda os defeitos e,
o quanto possível,
dissimule suas
imperfeições físicas".
NO TRIBUNAL
A legislação sexual da
Roma antiga era
polêmica! Eram puníveis
com a morte: adultério
cometido pela esposa,
incesto e relação sexual
entre uma mulher e um
escravo. No estupro, a
punição sobrava até para
a vítima – se não
gritasse por socorro, a
virgem poderia ser
queimada viva! Entre as
penas leves, estava a
apreensão de
propriedades de quem
fizesse sexo anal. No
Egito, o adultério era
mau negócio: os homens
eram castrados e as
mulheres ficavam sem o
nariz.
PROSTITUIÇÃO
Regras para sexo
pago eram diferentes na
Grécia e em Roma
GRÉCIA
As moças da vida não
eram todas iguais – elas
seguiam uma hierarquia.
A maioria delas era
escrava, mas havia
também mulheres vendidas
aos bordéis pelos pais
ou irmãos.
CLASSE ALTA
Prostitutas de primeira
classe, com treinamento
intelectual e cultural.
CLASSE MÉDIA
Tocadoras de flauta e
dançarinas,
especialistas em
ginástica e sexo oral.
Eram imigrantes.
CLASSE BAIXA
Vendidas pela família,
ganhavam mal e tinham
poucos direitos.
ROMA
Registradas e pagadoras
de impostos, as
prostitutas se vestiam
com tecidos floridos ou
transparentes, e, por
lei, não podiam usar a
estola, veste das
mulheres livres, nem a
cor violeta. Os cabelos
deviam ser amarelos ou
vermelhos. O lugar mais
comum de trabalho delas
era sob arcos
arquitetônicos: a
palavra fornicação vem
do latim fornice, que
significa arco.
Como era o
sexo na Idade Moderna?
por MARINA
MOTOMURA
Os costumes medievais
recatados continuaram na
Idade Moderna, mas a
Reforma Protestante
ajudou a tornar alguns
deles menos rígidos. O
divórcio, por exemplo,
que era proibido pelo
catolicismo, passou a
ser aceito na Igreja
Anglicana. Para quem não
se lembra das aulas de
história, a Idade
Moderna vai de 1453 a
1789, data da Revolução
Francesa. Nesse período,
a Europa viu o monopólio
da Igreja Católica cair,
mas as igrejas
protestantes que
surgiram na Alemanha,
Inglaterra e Holanda
continuaram bem
rigorosas no que se
refere às práticas
sexuais. O que mudou
foram os padrões de
beleza - mulheres com
cinturas fina e seios
fartos passaram a ser as
mais desejadas. Tanto é
que, no século 16,
surgiu o espartilho,
peça de roupa que
projetava o peito da
mulherada para cima e
afinava suas cinturas.
Que aperto! :-D
SEXO, AMOR E
TRAIÇÃO
Liberdade sexual
aumentou, mas leis para
punir traição ficaram
bizarras na Idade
Moderna
PAQUERA
A paquera às moças
solteiras tinha até data
para acontecer. Nas
noites de 30 de abril,
árvores parecidas com
pinheiros, chamada maio,
eram plantadas diante
das casas das moças
casadoiras. As plantas
tinham significado: as
plantas espinhosas eram
dedicadas às garotas
orgulhosas e o
sabugueiro, que exala
mau odor, era uma forma
de debochar das
pobrezinhas.
AMOR
Na Idade Moderna,
começaram a ser mais
comuns os casamentos por
amor, e não apenas por
interesse. O hábito de
trocar cartas entre os
apaixonados tornou-se
comum. Muitas vezes, as
cartas tinham códigos
secretos e
ininteligíveis - o rei
Henrique IV, que
governou a Inglaterra de
1399 a 1413, usava, por
exemplo, o $ em seus
textos quando queria
esconder algo.
CASAMENTO
De 1545 a 1563, o
Concilio de Trento
tornou a Igreja a
responsável pelo
casamento – antes, os
casamentos eram só
civis, e aconteciam em
casa mesmo. A partir
daí, passaram a
acontecer diante de um
membro da igreja. Com a
Reforma Protestante,
houve novidades nesse
segmento: o rei Henrique
VIII, da Inglaterra,
rompeu com a igreja
Católica e fundou a
Anglicana em 1534 apenas
para poder se divorciar
e se casar com outra
mulher. E os
anabastistas, outra
denominação protestante
surgida na época,
defendiam a poligamia.
POSIÇÕES
No século 16, o pintor
italiano Giulio Romano
pintou uma série de 16
desenhos para um livro
de sonetos obscenos de
Pietro Arentino,
retratando várias
posições sexuais. Em um
dos quadros, um homem de
joelhos segura uma
mulher, que está na
diagonal e com uma das
pernas sobre seu
pescoço! A série acabou
confiscada pela igreja
em 1524.
E O KAMA SUTRA
ORIGINAL?
As pinturas de Giulio
Romano são fichinha
comparadas ao
Kama Sutra,
que foi escrito
provavelmente entre os
séculos 3 e 4, mas só
foi popularizado no
Ocidente a partir de
1883, quando ganhou uma
tradução em inglês. O
livro contém a descrição
de 529 posições sexuais.
Há desde posições
complexas, como o Ato
das Cabras, em que
vários homens transam
com uma mulher, a
situações “simples”,
como abraços e
estrega-esfrega.
HOMOSSEXUALIDADE
Mesmo com a pena de
morte por enforcamento,
os homossexuais não
deixavam de sair do
armário. No século 18,
começaram a surgir vário
bordéis masculinos na
Inglaterra, as “molly
houses” (“molly” era a
palavra em inglês para
“efeminado”). Mas eles
funcionavam na surdina.
Em 1726, Margaret Clap,
dona de um deles, foi
descoberta e condenada a
dois anos de prisão.
PROSTITUIÇÃO
As prostitutas eram
chamadas de cortesãs e
seus quartos eram cheios
de pentes, caixas de pó
e frascos de perfume.
Havia dois tipos de
cortesãs. Algumas
atendiam em casa
(geralmente, depois da
morte do chefe de
família, quando ficavam
sem dinheiro para o
sustento) e tinham uma
agente, a alcoviteira,
que buscava clientes nas
ruas. Havia ainda as que
trabalhavam em bordéis,
tabelados pelo estado
PORNOGRAFIA
Quem estudou a Idade
Moderna na escola já
ouviu falar de Rousseau
e Voltaire. O que os
professores não contam é
que esses intelectuais
também escreviam
pornografia! Na era
moderna, tornaram-se
comuns livros de contos
eróticos. Voltaire
escreveu o livro Candide,
que tem alguns textos
eróticos, Diderot fala
de sexo em Les bijoux
indiscrets, e
Montesquieu também
resvala no assunto em Le
temple de Cnide
LEIS
As leis da Idade Moderna
mais humilhavam que
puniam. O adultério, por
exemplo, era “punido” na
França com um desfile
dos maridos traídos e
das mulheres traidoras!
Os homens eram obrigados
a montar um asno e
passear pela cidade
usando chifres, e as
mulheres adúlteras
também tinham que montar
em um asno, besuntadas
de mel e cobertas de
penas, com um cesto na
cabeça!
CIÊNCIA
Como os
conhecimentos sobre sexo
evoluíram na Idade
Moderna
1495 –
soldados franceses em
Nápoles dão sinais de
tumores genitais. É o
início da sífilis na
Europa
1527 –
é empregada pela
primeira vez a expressão
“doença venérea” por
Jacques Bethercourt
1550 –
por volta dessa data, o
médico italiano Gabriel
Fallopius descreveu os
órgãos reprodutivos
femininos, e um deles
ganhou seu nome: as
trompas de Falópio, hoje
chamadas de tubas
uterinas
1550 –
A invenção da camisinha
moderna também é
creditada a Fallopius e
ocorreu nessa década.
Ele que recomendava o
uso de um envoltório de
linho sobre a glande
para evitar a
disseminação da sífilis
1554 –
o médico alemão Johannes
Lange descreve uma
doença bizarra: a
clorose, que atacava
quem não fizesse sexo!
Entre os sintomas,
letargia e palidez. O
tratamento: sexo, claro
1595 –
invenção do microscópio
moderno na Holanda; ele
ganha esse nome somente
em 1625, com Galileu
Galilei
1677 –
O holandês Antoine van
Leeuwenhoek descobre o
espermatozóide
(Mundo
Estranho)
"Século 15: Leonardo da Vinci descobriu que é o
sangue que faz o pênis ficar ereto, e não o ar, como acreditavam
os gregos antigos"
1785: Lazzaro Spallanzani realiza a primeira
inseminação artificial, provando que o orgasmo feminino não
ocorre somente para a reprodução.
1905: Freud publica o livro
Três Ensaios sobre a Teoria da
Sexualidade, no qual desenvolveu seu trabalho
sobre sexualidade humana, detalhando o desenvolvimento desde a
infância e afirmando que comportamentos sexuais são comuns às
crianças.
1920: Criada a camisinha de látex. Antes, era de
papel de seda, linho e intestinos de animais.
1948: Alfred Kinsey gera polêmica ao publicar
seus relatórios sobre sexualidade e revelar mais sobre as
práticas dos americanos. É considerado o pai da sexologia.
1950: Descoberta do ponto G feminino pelo
ginecologista alemão Ernst Gräfenberg. O termo foi cunhado e
popularizado pelos sexólogos John D. Perry e Beverly Whipple.
1960: Criação da primeira pílula contraceptiva.
Anos 60: A era dos contraceptivos viu nascer uma
revolução sexual em que muitos jovens adotaram o estilo de vida
hippie e abraçaram o 'amor livre'.
1973: A homossexualidade deixa de ser considerada
uma doença mental no Reino Unido. Ela também deixa de ser citada
no Manual Diagnóstico e Estatístico de Doenças Mentais da
Associação Psiquiátrica Americana em 1986.
1998: Chegada do Viagra.
2007: Lançamento do intrinsa, adesivo de
testosterona usado para tratar mulheres com disfunções sexuais
depois da menopausa." (Galileu, Ed. 213, abril/2009, págs. 12 e
13).
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